You could ’cause you can, so you do!
Back to the place where we used to say,
“Man it feels good to feel this way”
Now I know what I mean…
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Ah, se o tempo pudesse se expressar
Verbalmente, como a gente
Não para de falar…
Um tanto quanto solitária é como me sinto nesse momento. Tentam me incluir, tentaram, mas parece que o meu jeito de ingressar em determinados grupinhos não funciona. Será que tenho escrito na testa “ANTI-SOCIAL”, “MANTENHA DISTÂNCIA” ou o meu jeito não é o suficiente para tais pessoas?
03/03
1847 – Alexandre Graham Bell (invetor) nascia.
1891 – Criada a regra do pênalti no futebol. Mas só seria validada e utilizada na temporada seguinte.
1918 – É assinado do Tratado de Brest Litovsk, o qual definia a saída da Rússia da I Guerra Mundial.
1927 – Teixerinha (músico regionalista) nascia.
1947 – Primeira gravação da música “Asa Branca” por Luis Gonzaga e Humberto Teixeira.
1953 – Zico (jogador de futebol) nascia.
Sobre livros e Quintana
Escutando: -
Frase: “Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem.” – Mario Quintana
Nunca me esqueço que durante um ano letivo no colégio, mais precisamente no dia do estudante, foram distribuídos “cartões” contendo frases relacionadas a esses seres que compõem tal estabelecimento. Pois bem, a frase que me foi designada era de autoria do Mario Quintana – autor pelo qual tenho uma tremenda admiração - mas que em tal caso não foi feliz. Logo eu, leitora assídua desde os príncipios do meu entendimento que letras juntas formam palavras e essas histórias, recebi uma oração que comunicava que existiam 2 tipos distintos de livros: aqueles que o leitor esgota e aqueles que esgotam o leitor.
Juro que ri por dentro, da frase, da situação… Um colégio reproduzindo isso a seus alunos, e junto a ti Mario?
Mas fui ingênua e pré-conceituosa, pois se parece para pensar com meus botões veria que há sim um fundo de verdade nisso. Não só um fundo como tal sentença É verdade sim senhor!
E como mudei de opinião? Posso dizer que passei todo o verão com um livro só, pois não o consigo terminar. São mais ou menos 460 páginas, mas Eça de Queirós tu se esforçou com esse Primo Basílio né?!
Quintana, perdão. Nunca mais duvidarei de ti.
Os verbos facéis
Escutando: -
Frase: “O verdadeiro significado das coisas é encontrado ao se dizer as mesmas coisas com outras palavras.” – Charles Chaplin
Verbalizar é um nome bonito para um blog, ainda mais para uma ascendente à jornalista! Esse título, na verdade verdadeira, foi copiado/inspirado em um caderno que eu tive nos meus tempos de colégio (sempre quis dizer isso
). Mas, independente de onde eu o tenha raptado, é um bom nome, é uma boa ação.
Inventar novas palavras é uma atividade até não tããão atípica assim - vide comunidades no orkut. Mas não pensa que isso é coisa dos alienados rendidos as novas tecnologias; autores famosos como Guimarães Rosa também fazem parte dessa comunidade (”sagarana”, “nonada”).
Agora um dos pontos mais prazerosos dessa mania envolve os verbos, esses mesmos que indicam ação/estado/fenômeno da natureza. Quando tu pensas que não existe ação/estado/fenômeno da natureza “impalavriado”, tu te deparas com um banho de chuva. Mas como uma ação tão legal como um “banho de chuva” não pode receber um nome próprio? É necessário um “tomar”.
E se quiseres entrar no âmago da questão ainda pergunto: por qual motivo coisas muito mais chatas, feias e bobas podem ter uma identidade, enquanto o ato de tomar banho de chuva precisa do “tomar”. Esse último, junto com o “fazer” e o “ser” deverião fazer um protesto, se não um dia ainda serão tachados de facéis.
arã!
Escutando: Superguidis
Frase: “Não sou o dono da verdade, até porque a verdade é uma farsa.”
Óh me impressiono com a minha própria ironia! No primeiro post havia pedido um tiquito de vontade e paciência para mantê-lo ativo, vivo. Mas adivinhem só… mais de um mês sem aparecer por aqui. Sou uma farsa, ou uma mentirosa.
O que contar? Fiz 17 anos, agora sou universitária (com 8.8 na redação, achei o máximo!), a Daphne (minha cadela) se foi – no dia do meu aniversário, presenciei um dia de trabalho do pai – agora saberei responder o que ele faz quando alguém me perguntar, andei bailando por aí…
Mas é a vida, já usei da minha nostalgia em um post no fotolog – abandonado desde dezembro.
Dica para rir em tempos trágicos: Pérolas do Orkut. Vale a pena
The Polyphonic Spree
Escutando: “Light and Day” – The Polyphonic Spree
Frase: “Light and day is more than you’ll say ‘cause all my feelings are more than I can let by or not it’s more than you’ve got.”

A banda “The Polyphonic Spree” é uma penca (o número de integrantes passa duas dezenas) de texanos fazendo um som difícil de ser rotulado, “coral sinfônico de rock” segundo os próprios. Mas pra quê rotular, né? Que mania essa do ser humano de “querer pegar tudo e colocar em caixinhas indevidamente intituladas”.
Ela originou-se de uma outra banda, a Tripping Daisy e seu trágico fim, incluído aí morte do vocalista por overdose de cocaína. Em compensação o som do TPS é totalmente “pra cima”, só escutando mesmo… Fica a dica!
Arrogância espanhola?
Escutando: -
Frase do dia: “Por qué no te callas?”
Vai aqui um texto com uma visão diferente daquela que estamos acostumados a ler/escutar… Não sei de quem é, descobri na internet, mas não havia a procedência do autor.
“A arrogância da realeza espanhola é uma cultura de 500 anos. Juan Carlos de Bourbon é o exemplo mais emblemático da postura arrogante dos portadores do DNA dos nossos exploradores históricos, espanhóis e portugueses que, mancomunados, exterminaram, de forma impiedosa, numerosas nações que agrupavam nossos antepassados índios que bravamente reagiram à imposição do trabalho escravo. E o objetivo do alienígena não era outro senão extrair do nosso solo toda a riqueza que consolidou a soberania econômica da península ibérica. Agora, é nossa tentativa de soberania que começa a incomodar a antigos e novos impérios.Nada incomoda mais aos EUA do que o fato de algum país do seu quintal não seguir sua receita e suas imposições comerciais, sua exploração. O que incomoda não é o fato de a Venezuela querer recriar a república bolivariana ou Cuba manter-se socialista. É a soberania desses paises que incomoda: por não querer aceitar os espertos tratados de livre comércio, que nada têm de livre. Por não aceitar a “democracia” estadunidense, que hoje é imposta por mais de 750 bases militares fora do seu território e centenas de acordos de “colaboração” espalhados pelo mundo. Quem não está no figurino do tio Sam, está no “eixo do mal”.A franchising da dominação cria um conluio de nações que as redes de notícias denominam de “aliados”, termo usurpado da união de nações em luta contra o nazi-fascismo que assolou o mundo nos anos 30 e 40. Hoje banalizado, o termo tem servido ao mal, como a ilegal invasão do Iraque, a proteção de ditaduras como a da Arábia Saudita, do Paquistão e outras, e a irrestrita defesa do criminoso expansionismo israelense. Nesse jogo, José María Aznar, como Tony Blair e outros, é um pitboy de Bush. Todos contra o sonho de soberania de que a rejeição à ALCA e a tentativa de integração latino-americana são os primeiros passos. “
Natal 2007
Agora sim é Natal. Graande coisa, todo o ano é a mesma coisa! Mas os bichinhos do Google terminaram o enfeite lá…

Eu escreveria mais, se tivesse alguma criatividade, mas hoje… hoje não!
